O
trabalho do Pedagogo no espaço educativo
Segundo Libâneo:
“Pedagogo é o profissional que atua em várias instâncias da
prática educativa, direta ou indiretamente ligadas à organização e aos
processos de transmissão e assimilação ativa de saberes e modos de ação, tendo
em vista objetivos de formação histórica. Em outras palavras, pedagogo é um
profissional que lida com fatos, estruturas, contextos, situações, referentes à
prática educativa em suas várias modalidades e manifestações.”
“A atuação do pedagogo escolar é imprescindível na ajuda aos
professores no aprimoramento do seu desempenho na sala de aula(conteúdos,
métodos, técnicas,formas de organização da classe),na análise e compreensão das
situações de ensino com base nos conhecimentos teóricos, ou seja, na vinculação
entre as áreas do conhecimento pedagógico e o trabalho de sala de aula.” (LIBÂNEO, 1996)
Para tanto o conceito
de pedagogia pode ser
entendida: Estudo teórico e prático da educação, construídos através das
exigências da realidade escolar, pois permite uma reflexão política, social e
cultural crítica sobre: inclusão, diversidade, ideologia, criticidade....
O que é educação
segundo:
Paulo Freire: Vê a Educação
impregnada de esperança, tanto que não hesitou em chamá-la de Pedagogia da
Esperança. A Educação trás consigo um coeficiente muito grande de Esperança.
Ela pode mudar muito a realidade, dependendo de como a aplicamos e da maneira
que a concebemos. Nem tudo está perdido, dizia Freire, basta o trabalho
educacional e teremos o que queremos, uma Educação verdadeira que dê conta da
mudança da realidade ou seja transformadora.
Libâneo, processos de
comunicação e interação pelos quais os membros de uma
sociedade assimilam saberes, habilidades, técnicas, atitudes, valores
existentes no meio culturalmente organizado e, com isso, ganham o patamar
necessário para produzir outros saberes, técnicas, valores, etc.
Historização da Supervisão escolar
»No Brasil, na década de 20, existiam os “técnicos em
escolarização” Não havia intenção e nem prática pedagógica para o ensino.
»Década de 60, surgimento do cargo supervisor escolar: voltado
apenas para a administração escolar, sem nenhuma intenção ou prática
pedagógica.
»Década de 80, não havia ainda uma especialização qualquer membro
da escola poderia ser;
Supervisor escolar: atuava diretamente na escola, fazia para do
corpo gestor.
Supervisor educacional: atuava no âmbito macro e micro do sistema
de ensino.
Supervisor pedagógico; supervisionava o currículo, corpo docente e
discente da escola.
Em 1996, orientou-se que nenhum profissional da educação poderia
atuar no cargo de: Supervisor, Orientador e Administrador escola somente poderão atuar
profissionais graduados no curso de Pedagogia ou em nível de Pós- Graduação em Gestão
escolar, garantido por este critério para a formação de um ensino básico,
farce-a a cumprir a LDB (lei de Diretrizes e Bases) 9394/96, art.64
O PAPEL DO PEDAGOGO NA ESCOLA
Na escola o trabalho é realizado por um conjunto de profissionais
que interagem para a formação do aluno. A equipe escolar deve encontrar-se
sempre em sintonia, todas as funções são importantes na busca por um ensino
eficiente capaz de alcançar os objetivos propostos pela instituição. As ações
dos pedagogos supervisores e orientadores são imprescindíveis para que a escola
possa realizar um bom trabalho consciente da complexidade existente causada
pelos diferentes pontos de vista sobre trabalhar educação, fruto da formação e
história de vida de cada indivíduo. A função do pedagogo se faz necessária por
proporcionar a interligação entre os profissionais da escola.
Ele é o elo para o trabalho em conjunto para que a escola
realize de fato o seu papel de proporcionar uma educação que desperte a
comunidade para o processo de emancipação da sociedade, partindo da sua própria
emancipação. É impossível que a escola ofereça uma educação emancipadora sem
que ela própria seja primeiramente liberta do excesso de inovações.
O pedagogo atuante favorece a formação de grupos de estudo,
fortalece a interação humana na escola, melhora o clima organizacional de
maneira significativa, estimulando o respeito mútuo e a boa convivência. Dessa forma, o pedagogo passa a trabalhar no sentido de
conseguir alcançar, pelo menos, três
metas:
O bom
desempenho docente em suas competências básicas, incentivando o professor a
buscar o próprio crescimento junto aos colegas. Ninguém cresce sozinho. Todos
temos algo a contribuir para o crescimento alheio, um pouquinho que seja.
A
valorização do professor como profissional, reconhecendo-lhe todo e qualquer
bom desempenho evidenciado; e como pessoa, ouvindo-o com respeito e empatia,
criando espaço para que participe efetivamente do processo educativo.
A implementação
do currículo proposto no projeto político-pedagógico da escola, acompanhando o
processo de ensinar, avaliando a ação pedagógica e procurando viabilizar a boa
e saudável interação humana no interior da escola: professor–professor,
professor–aluno, professor–pedagogo; e também fora dela: professor–escola,
escola–comunidade. O pedagogo deve, ainda, esforçar-se para adquirir uma boa
cultura geral, a fim de ser capaz de transformar princípios em ação. O seu
desempenho eficiente sustenta a unidade e a coerência organizacional da escola.
Porém, exige-lhe o desenvolvimento e o domínio de competências técnicas e
humanas (relacionadas ao desempenho dos professores) e competências
administrativas (relacionadas ao processo de educação de crianças e jovens na
escola).
Autor:
Raimundo da Silva Santos Júnior(Juruti)
A educação
formal pode ser
resumida como aquela que está presente no ensino escolar institucionalizado,
cronologicamente gradual e hierarquicamente estruturado, e a informal como
aquela na qual qualquer pessoa adquire e acumula conhecimentos, através de
experiência diária em casa, no trabalho e no lazer.
A educação
não-formal, porém,
define-se como qualquer tentativa educacional organizada e sistemática que,
normalmente, se realiza fora dos quadros do sistema formal de ensino.
A educação formal tem objetivos claros e específicos e é representada principalmente pelas escolas e universidades. Ela depende de uma diretriz educacional centralizada como o currículo, com estruturas hierárquicas e burocráticas, determinadas em nível nacional, com órgãos fiscalizadores dos ministérios da educação.
A educação formal tem objetivos claros e específicos e é representada principalmente pelas escolas e universidades. Ela depende de uma diretriz educacional centralizada como o currículo, com estruturas hierárquicas e burocráticas, determinadas em nível nacional, com órgãos fiscalizadores dos ministérios da educação.
A educação
Informal é mais difusa,
menos hierárquica e menos burocrática. Os programas de educação informal não
precisam necessariamente seguir um sistema sequencial e hierárquico de
“progressão”. Podem ter duração variável podem,
ou não, conceder certificados de aprendizagem.
Na concepção de freire,
ninguém começa a ser educador numa certa sexta-feira das 19:20 ás 22:00hs.
Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a
gente se forma, e se
transforma em um educador,
permanentemente, na prática e na reflexão. quem ensina aprende ao ensinar e
quem aprende ensina ao aprender.
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