Amei-te terra de meu chão,
Perdida de mim na lonjura,
Magia em terna comunhão,
Lágrimas tristes de secura...
Por mais que viva não esqueço,
Cada batida deste pobre coração,
Jamais esquecer-te eu agradeço,
Uma vez ter pisado esse chão...
Quero-te de felicidade tingida,
Em cada dança chamada cultura,
Quero-te abraçar de longe comovida,
Minha terra de saudade minha amargura...
Seja eu como bálsamo de afecto,
Sem raça,sem credo,sem cor,
Sejas tu como um amor predilecto,
Tua raça negra de esplendor...
Seja essa terra abençoada,
De alento,esperança e alegria,
Terra minha que este peito aclama,
Voltar a ti talvez um dia...
Amei-te terra de meu chão,
Entrelacei minha vida com a tua,
Foste sonho encantado de ilusão,
Ao partir minha Alma ficou nua...
Perdida de mim na lonjura,
Magia em terna comunhão,
Lágrimas tristes de secura...
Por mais que viva não esqueço,
Cada batida deste pobre coração,
Jamais esquecer-te eu agradeço,
Uma vez ter pisado esse chão...
Quero-te de felicidade tingida,
Em cada dança chamada cultura,
Quero-te abraçar de longe comovida,
Minha terra de saudade minha amargura...
Seja eu como bálsamo de afecto,
Sem raça,sem credo,sem cor,
Sejas tu como um amor predilecto,
Tua raça negra de esplendor...
Seja essa terra abençoada,
De alento,esperança e alegria,
Terra minha que este peito aclama,
Voltar a ti talvez um dia...
Amei-te terra de meu chão,
Entrelacei minha vida com a tua,
Foste sonho encantado de ilusão,
Ao partir minha Alma ficou nua...
LISBOA

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